Estrangeiros e Guerra: um ministério na corte joanina



Comentário

A estadia da família real portuguesa entre 1808 e 1821 é tema central da historiografia nacional. Inicialmente, o foco eram os grandes temas políticos e diplomáticos; com o tempo, praticamente todas as atividades da corte no Rio de Janeiro foram abordadas. Este texto apresentará um aspecto pouco examinado: o cotidiano decisório das relações internacionais luso-brasileiras observadas pela Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Guerra.

Sugestões bibliográficas

Veja aqui algumas sugestões de leitura sobre o tema

Ementas

Carta de d. Rodrigo de Souza Coutinho, ministro dos Negócios Estrangeiros e da Guerra, a d. Fernando José de Portugal, ministro dos Negócios do Reino, encaminhando proposta de um negociante inglês que pretendia estabelecer-se no Brasil e instalar no país fábricas de vidro, de louça e de fundição de ferro

Ementas 2

Memória sobre o Rio Doce de autoria de Francisco Manoel da Cunha endereçada ao conde de Linhares, ministro dos Negócios Estrangeiros e da Guerra. Destaca que o rio Doce antes esquecido no meio das tribos botocudo e manaxó teve melhor aproveitamento no governo do capitão Antonio Pires da Silva Pontes

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